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	<title>Empirical Empire &#187; Bumerangue</title>
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		<title>Descanse em Paz Bumer, Nosso Ogrão Querido!</title>
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		<pubDate>Sat, 26 May 2012 00:47:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Stulzer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bumerangue]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>

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		<description><![CDATA[Na segunda-feira desta semana o Bumer nos deixou. Foi viver no céu dos cães, onde ele não iria mais sentir dores nas patas traseiras. O Bumer tinha displasia, e sabíamos desde o início deste problema dele. Na época já tínhamos a Babalu, a nossa outra Golden Retriever. Como ficamos com pena de deixá-la sozinha, procuramos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Bumer" src="https://lh5.googleusercontent.com/-sjoLvksuVak/T8AeTraqXHI/AAAAAAAAFt0/kJt5_wAoEBA/s800/Photo%252025-05-12%252019%252044%252010.jpg" alt="" width="512" height="337" /></p>
<p>Na segunda-feira desta semana o Bumer nos deixou. Foi viver no céu dos cães, onde ele não iria mais sentir dores nas patas traseiras.</p>
<p>O Bumer tinha <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Displasia_coxofemoral">displasia</a>, e sabíamos desde o início deste problema dele. Na época já tínhamos a Babalu, a nossa outra Golden Retriever. Como ficamos com pena de deixá-la sozinha, procuramos um companheiro para quando não estivéssemos em casa. Fomos em um canil e o Bumer grudou na Bebel deste o início.<span id="more-834"></span></p>
<p><img class="alignnone" title="Bumer" src="https://lh5.googleusercontent.com/-e4nDOyOeq3A/T8AeKCtsyqI/AAAAAAAAFsU/AUMpuRmtrzM/s800/2002-dsc00056.jpg" alt="" width="512" height="384" /></p>
<p>A Bebel se apaixonou logo de cara e não teve jeito, acabamos levando-o para ver se ele se adaptava. Imagina se depois de levar um golden para casa você consegue devolvê-lo? <img src='http://stulzer.net/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><img class="alignnone" title="Bumer, Natan e eu (2003)" src="https://lh4.googleusercontent.com/-1QMzYhJCJps/T8AeLVemQ6I/AAAAAAAAFsk/28mpj_NhzFQ/s800/2003-p1010048.jpg" alt="" width="512" height="384" /></p>
<p>Assim como cada pessoa tem uma personalidade, o Bumer era bem diferente da Babalu. Enquanto ela era mais reservada, ele exigia carinho, chegando a bater o focinho na gente para receber um agrado. Enquanto ela era limpinha, ele não era tão asseado assim (mas isso tínhamos que dar um desconto, por ele ser macho).</p>
<p><img class="alignnone" title="Bumer e Natan (2003)" src="https://lh3.googleusercontent.com/-MDtAuDyW0ng/T8AeMFkiJdI/AAAAAAAAFss/pr4jqySGaLs/s800/2003-p1010109.jpg" alt="" width="512" height="384" /></p>
<p>Acho que por volta de um ano depois que o adotamos, o levamos para fazer um exame de displasia, e o resultado foi positivo, com grau avançado. A Bel sendo veterinária achou que termos ele por perto era a melhor forma de cuidarmos quando precisasse.</p>
<p><img class="alignnone" title="Bumer e Natan (2004)" src="https://lh6.googleusercontent.com/-yIlk95sqZoE/T8AeNGt5wCI/AAAAAAAAFsw/z4bh5nvgaWQ/s800/2004-dsc01211.jpg" alt="" width="512" height="384" /></p>
<p>Os anos passaram e o Bumer foi realmente um companheirão para a Babalu. Sempre brincavam e estavam juntos; até dormiam um do lado do outro. Nunca brigaram e se davam muito bem.</p>
<p><img class="alignnone" title="Bumer e Natan (2004)" src="https://lh4.googleusercontent.com/-mHyWD083ScA/T8AeN07wz6I/AAAAAAAAFs0/47JRxvr7SAc/s800/2004-dsc01240.jpg" alt="" width="512" height="384" /></p>
<p>Quando descobrimos que a displasia era severa, resolvemos fazer uma vasectomia nele. Assim eles poderiam se divertir mas não haveria o risco da displasia seguir para as gerações futuras. O problema é que ele sempre foi fujão, e, quando estava se recuperando da cirurgia, pulou o canil e bateu as bolinhas, causando uma enorme infecção. Resultado: outro cirurgia, e desta vez ele teve que ser castrado totalmente. Mesmo assim (não me perguntem como) ele dava uma namorada na Babalu de vez em quando. <img src='http://stulzer.net/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><img class="alignnone" title="Bumer, Bebel e Natan (2008)" src="https://lh4.googleusercontent.com/-6ub70bsL4K8/T8AeOi0pWCI/AAAAAAAAFs8/rMJjwi1PbHg/s800/2008-DSC08239.JPG" alt="" width="512" height="384" /></p>
<p>E que companheiro ele foi! Como eles não poderiam ter filhotes juntos, deixamos a Babalu namorar com outro Golden. O resultado foi uma ninhada de nove lindos Goldens! E o Bumer foi um paizão, cuidando muito bem dos filhotinhos!</p>
<p><img class="alignnone" title="Bumer, Fefê e Babalu (2009)" src="https://lh3.googleusercontent.com/-0sBPlbQX1ag/T8AeQDH66BI/AAAAAAAAFtM/13a6c-4k-LE/s800/2009-DSC02860.JPG" alt="" width="512" height="384" /></p>
<p>O Bumer também viu o Natan nascer e crescer junto com ele. Até trouxe a primeira fraldinha suja do Natan para casa, para os cães cheirarem e verem que dali em diante teríamos mais uma pessoinha vivendo com a gente.</p>
<p><img class="alignnone" title="Natan, Caio, Bumer e Fefê (2009)" src="https://lh5.googleusercontent.com/-7ij69RVVzSE/T8AeQ1sBlQI/AAAAAAAAFtU/tpT9ToGC2v8/s800/2009-DSC02867.JPG" alt="" width="512" height="384" /></p>
<p>A displasia foi aparecendo aos poucos, à medida que ia envelhecendo. Ele ficou mais cuidadoso para andar e corria raramente. De vez em quando tínhamos que entrar com medicamentos fortes para controlar as dores que sentia. Fazíamos o tratamento e ele voltava ao normal por vários meses. O problema é que estas crises começaram a diminuir de intervalos.</p>
<p><img class="alignnone" title="Babalu, Natan e Bumer (2010)" src="https://lh4.googleusercontent.com/-vir1wHxdbuM/T8AeRg6tf4I/AAAAAAAAFtc/_KXtrJVRBDE/s800/2010-DSC01189.JPG" alt="" width="512" height="384" /></p>
<p>O Bumer também foi <a href="http://stulzer.net/blog/2008/03/18/a-terrivel-semana-que-richard-stallman-ficou-na-minha-casa/">o protagonista de um episódio com o Guru do Software Livre, Richard Stallman</a>. Ainda bem que não morreu de cuequite aguda, pois daí seria uma pena. <img src='http://stulzer.net/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Há um ano atrás ele deu uma travada feia, e não conseguia andar. Fizemos o tratamento e ele se recuperou. Isso nos preocupava. <img src='http://stulzer.net/blog/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':-(' class='wp-smiley' /> </p>
<p><img class="alignnone" title="Bumer e Natan (2010)" src="https://lh4.googleusercontent.com/-M1RPd-ArZKQ/T8AeST5qMAI/AAAAAAAAFtk/Auekb-1Tozc/s800/2010-DSC08812.JPG" alt="" width="512" height="384" /></p>
<p>Por volta de umas três semanas atrás as coisas pioraram. Encontramos ele deitado na calçada, no fundo de nossa casa. Estava molhado de xixi e aparentava estar lá já a algumas horas. Isso nos partiu o coração, pois viver daquele jeito não era a solução. Fizemos novamente um tratamento de choque, incluindo fortes analgésicos. O problema é que tudo isso era só paliativo e as opções de cirurgias eram muito traumáticas, ainda mais para um senhor de treze anos de idade.</p>
<p><img class="alignnone" title="Bumer e Babalu (2011)" src="https://lh4.googleusercontent.com/-BYdOMw_VZ0k/T8AeTBZLNvI/AAAAAAAAFts/uQ1Y-tp-Tbg/s800/2011-DSC06257.JPG" alt="" width="512" height="384" /></p>
<p>Neste final de semana tudo piorou, pois os remédios atacaram o seu estômago, e ele estava evacuando sangue. O seu rosto, que sempre foi feliz, estava com um semblante de dor e sem vida. Resolvemos aliviar o seu sofrimento, pois não havia nada mais que pudéssemos fazer para reverter a situação. Algo que já sabíamos, trezes anos atrás, que um dia iria acontecer.</p>
<p><img class="alignnone" title="Bumer e Bebel " src="https://lh4.googleusercontent.com/-3tSdWcd5KCU/T8AeUXxSn4I/AAAAAAAAFt8/KtupDsdptGM/s800/Photo%252025-05-12%252019%252044%252034.jpg" alt="" width="512" height="330" /></p>
<p>Na segunda à noite ele nos deixou. Um cão alegre, companheiro, que adorava um carinho ao ponto de até ser chato, de tanto que pedia. Era meio estabanado, por isso o chamávamos de &#8220;Nosso Ogrão&#8221;.</p>
<p><img class="alignnone" title="Bebel e Bumer" src="https://lh4.googleusercontent.com/-uBtpeOU8zoA/T8AeVJtjfVI/AAAAAAAAFuE/eD-0U-jK6Ew/s800/Photo%252025-05-12%252019%252045%252020.jpg" alt="" width="512" height="360" /></p>
<p>Colocamos ele em dois lençóis e levei-o na terça até a chácara do meu sogro. Como toda a dedicação que ele nos deu em todos estes anos, não poderia deixar ninguém cuidar dele nesta hora. Na ida até lá toquei em sua homenagem <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dust_in_the_Wind">Dust in the Wind</a>, do Kansas. Engraçado que escolhi a música meio que aleatoriamente, mas a letra tinha tudo a ver com o momento:</p>
<p><iframe width="500" height="375" src="http://www.youtube.com/embed/tH2w6Oxx0kQ?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Levei-o, com a ajuda de um funcionário, até o cemitério dos cachorros, e daí segui sozinho. Peguei uma pá e uma cortadeira e fiz o melhor buraco do mundo! Quando estava tudo pronto, abri o lençol em que ele estava e me despedi. Coloquei-o lá, junto com um bilhete que fizemos no dia anterior. Cobri-o novamente e, com um aperto no coração, coloquei a terra novamente no lugar.</p>
<p><img class="alignnone" title="Bumer e Bebel" src="https://lh3.googleusercontent.com/-QXXyF7AfGxY/T8AeWJjqgXI/AAAAAAAAFuM/WpQAU1jAS9E/s800/Photo%252025-05-12%252019%252045%252037.jpg" alt="" width="512" height="346" /></p>
<p>Os outros cachorros que estavam enterrados lá não tinham identificação. Resolvi que com o Bumer isso seria diferente. Peguei uma lajota e fiz uma lápide para ele, além de colocar pedra brita no túmulo. Ficou bem bonito e foi uma maneira de me despedir com respeito.</p>
<p><img class="alignnone" title="Bilhete para o Bumer" src="https://lh3.googleusercontent.com/-FWLO8uUBFno/T8AkXatZGpI/AAAAAAAAFuc/Ywmpf2fHrqk/s800/Photo%252021-05-12%252021%252055%252040.jpg" alt="" width="512" height="354" /></p>
<p>Fiz minha homenagem silenciosa e voltei para casa.</p>
<p>Adeus Bumer, seja feliz no céu dos cachorros! Saiba que você sempre estará nos nossos corações e nunca o esqueceremos!</p>
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		<title>Bike Trip Pelo Parque do Tamanduá</title>
		<link>http://stulzer.net/blog/2008/04/27/bike-trip-pelo-parque-do-tamandua/</link>
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		<pubDate>Sun, 27 Apr 2008 21:57:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Stulzer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bumerangue]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste sábado fiz um passeio de mountain bike pela reserva do Tamanduá, situado em São Luiz do Purunã, a 42km de Curitiba. Fui com um amigo de longa data, o Marco, professor de circo e músico. Um cara legal que gosto muito. Foram junto também o seu irmão, Rodrigo e outro amigo, o Antonelo. Já [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Neste sábado fiz um passeio de mountain bike  pela reserva do Tamanduá, situado em <a href="http://www.slpuruna.com.br/">São Luiz do Purunã</a>, a 42km de Curitiba. Fui com um amigo de longa data, o Marco, professor de circo e músico. Um cara legal que gosto muito. Foram junto também o seu irmão, Rodrigo e outro amigo, o Antonelo.</p>
<p><img src="http://lh5.ggpht.com/rodrigostulzer/SBTwxg76JwI/AAAAAAAAAEI/ebq0zr7gPyI/s800/lupaluna%20003.jpg" height="342" width="513" /></p>
<p>Já fazia um tempo que não fazia uma pedalada legal. A minha bicicleta estava parada desde novembro, quando fiz uma <a href="http://stulzer.net/blog/2006/09/03/corrida-de-aventura-para-principiantes/">corrida de aventura</a>. Mesmo suja e precisando de óleo ela não reclamou. A minha <a href="http://www.trekbikes.com/int/en/">Trek</a> 820 tem mais de 15 anos e está inteirinha, com quase tudo original. Apesar de ser antiga é boa de pedalar.</p>
<p><span id="more-409"></span></p>
<p>Saímos de <a href="http://www.curitibasites.com/turismo/historicos.shtml#santa">Santa Felicidade</a>, bairro de Curitiba onde moro, pelas 14:00h e pegamos a estrada para São Luiz. O tempo, que tinha estado bom até a hora do almoço começou a fechar e ficar preto para o lando que estávamos indo; só faltava chover! <img src='http://stulzer.net/blog/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':-(' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Chegamos no pedágio, local de deixar os carros e não é que choveu! Resolvemos esperar um pouco para ver se melhorava e acabamos dando sorte. Em menos de dez minutos abriu e saímos pedalando, entrando na estrada de terra que passa pela <a href="http://www.thalia.com.br">Fazenda Thalia</a> e pelo <a href="http://www.planador.org.br/">Aeroclube de Planadores de Balsa Nova</a>.</p>
<p><img src="http://lh3.ggpht.com/rodrigostulzer/SBTw1A76JxI/AAAAAAAAAEQ/1co051IjaQc/s800/lupaluna%20006.jpg" height="342" width="513" /></p>
<p>Eu tinha levado os meus <a href="http://stulzer.net/blog/2007/07/29/meus-novos-bumerangues/">bumerangues</a>, mas com aquele tempo ruim e o vento forte resolvi deixá-los no carro. Depois de cinco minutos pedalando o sol abriu e o vento acalmou. Voltei para o carro e peguei dois bumerangues para jogar um pouco em alguma parada para descanso.</p>
<p>O bumerangue é um esporte interessante, pois cabe em qualquer lugar e é bem versátil, sendo complementar para várias atividades.</p>
<p><img src="http://lh3.ggpht.com/rodrigostulzer/SBTwvA76JvI/AAAAAAAAAEA/qVzEVaEVWj8/s800/DSC06026.JPG" height="381" width="509" /></p>
<p>O passeio é todo em estradas de terra e a distância é de 25km. Fácil de fazer e plana na maior parte do passeio. Por isso deu para fazer bem tranqüilo e sem pressa. Tem um downhill lá pelo meio do passeio longo e não muito inclinada. Bom para se divertir um pouco e treinar descer rápido na estrada de terra com um pouco de pedras. No final chega-se a um riozinho e é hora de descansar e comer alguma coisa. Em seguida vem uma subida longa, como o downhill, só para compensar e voltar para a altitude normal do percurso.</p>
<p><img src="http://lh3.ggpht.com/rodrigostulzer/SBTwsA76JuI/AAAAAAAAAD4/3zwaoIDWbWY/s800/DSC06020.JPG" alt="Downhill na Reserva do Tamanduá" height="342" width="513" /></p>
<p>A paisagem é bonita, dos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Campos_Gerais_do_Paraná">Campos Gerais</a>, com poucas árvores e muito pasto e plantações. De tempos em tempos víamos um avião rebocando um planador para em seguida solta-lo para fazer o seu vôo solo.</p>
<p><img src="http://lh6.ggpht.com/rodrigostulzer/SBTw4w76JyI/AAAAAAAAAEY/iZuebTfaLvY/s800/lupaluna%20052.jpg" height="342" width="513" /></p>
<p>Depois da subida vi um terreno limpo e grande. Falei que ali era o lugar ideal para jogarmos um pouco de bumerangue. Todos se animaram e queriam ver se aquele negócio voltava mesmo para as mãos.</p>
<p>De frente para uma leve brisa peguei um de meus bumerangues e lancei-0, fazendo um vôo bonito e circular e voltando direto para as minhas mãos. Os colegas olharam e se impressionaram. Joguei de novo e peguei outra vez. Daí gostaram da brincadeira e comecei a ensiná-los o básico para começar a jogar.</p>
<p>O Antonelo foi o que melhor se saiu, conseguindo jogar o bumerangue com um bom giro. Já falei que o giro é o combustível do bumerangue? Sem giro ele não tem gás para conseguir fazer o vôo inteiro e voltar para a sua mão.</p>
<p><img src="http://lh5.ggpht.com/rodrigostulzer/SBTw6g76JzI/AAAAAAAAAEg/Izjny0NqD7Y/s800/lupaluna%20115.jpg" height="342" width="513" /></p>
<p>A brincadeira estava boa mas tinhamos que continuar a trip. Já eram cinco da tarde e faltava metade do percurso. Aceleramos o passo e fomos conversando e apreciando o entardecer, tirando várias fotos.</p>
<p><img src="http://lh6.ggpht.com/rodrigostulzer/SBTw7w76J0I/AAAAAAAAAEo/gewSEimhPzU/s800/lupaluna%20165.jpg" height="342" width="513" /></p>
<p>Chegamos no pedágio, onde estavam os carros, já no entardecer. Pegamos os carros e voltamos para casa; felizes e cansados.</p>
<p>Nada como um bom esporte para cansar o corpo e relaxar a mente! <img src='http://stulzer.net/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><em>Crédito das fotos: Marco, Rodrigo Fonseca e Rodrigo Stulzer. </em></p>
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		<title>Os Esportes Radicais e Eu: Uma Paixão Insana</title>
		<link>http://stulzer.net/blog/2007/10/24/os-esportes-radicais-e-eu-uma-paixao-insana/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Oct 2007 00:59:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Stulzer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Bumerangue]]></category>
		<category><![CDATA[Cool]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Hernia]]></category>

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		<description><![CDATA[Atualização: Veja minhas novas aventuras nos esportes no blog transpirando.com. Adoro esportes diferentes. No futebol sempre fui um perna de pau. Vôlei? Nunca consegui jogar direito. Na escola perdia as figurinhas e bolinhas de gude para qualquer outro coleguinha. Na bicicleta eu me virava. Andava pela cidade inteira, fazia rampas e dava cavalinhos-de-pau por tudo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Juba, guia e eu, em Machu Picchu" src="http://farm3.static.flickr.com/2262/1735433168_4badd8d90e.jpg" alt="Juba, guia e eu, em Machu Picchu" width="368" height="276" /></p>
<p><strong>Atualização</strong>: Veja minhas novas aventuras nos esportes no blog <a href="http://transpirando.com">transpirando.com</a>.</p>
<p>Adoro esportes diferentes. No futebol sempre fui um perna de pau. Vôlei? Nunca consegui jogar direito. Na escola perdia as figurinhas e bolinhas de gude para qualquer outro coleguinha.</p>
<p>Na bicicleta eu me virava. Andava pela cidade inteira, fazia rampas e dava cavalinhos-de-pau por tudo quanto era lugar. Não lembro quando comecei a me envolver com esportes diferentes, mas pela memória foi depois que fiz mergulho, influenciado pelo filme <a href="http://www.webcine.com.br/filmessi/legrandb.htm">Imensidão Azul</a>.<span id="more-384"></span></p>
<p><img title="Eu e o Cesar Barbado no Pico Paraná" src="http://farm3.static.flickr.com/2140/1735427550_448704e537.jpg" alt="Eu e o Cesar Barbado no Pico Paraná" width="319" height="239" /></p>
<p>Fiz mergulho. Gostei bastante, mas fiquei pouco tempo. Tinha que sair de casa e ficar horas na estrada até chegar num local próprio para mergulhar. Depois descobri o <a href="http://www.amontanha.com.br/">montanhismo</a>. Uma coisa legal também, mas que exigia tempo. O montanhismo foi um tipo de esporte que me identifiquei. A primeira vez que fui para a <a href="http://www.cosmo.org.br/marumbi/omarumbi/index.htm">Serra do Mar</a> passei um fim de semana no <a href="http://www.facatrilha.com.br/treking/tsaltomacacos.htm">Salto dos Macacos</a>: uma caminhada de umas 4 a 5 horas chegando em duas lindas cachoeiras, longe de tudo. Era um passeio e, ao mesmo tempo, uma forma de me exercitar.</p>
<p><img title="Trip de Mountain Bike na Ferraria em Curitiba" src="http://farm3.static.flickr.com/2051/1735512750_8911aa47eb.jpg" alt="Trip de Mountain Bike na Ferraria em Curitiba" width="351" height="218" /></p>
<p>Do montanhismo fui para o <a href="http://stulzer.net/blog/2008/04/27/bike-trip-pelo-parque-do-tamandua/">Mountain Bike</a>, pegando a primeira onda do esporte no Brasil. Andei mais de 4.000km em um ano, conhecendo todas as trilhas de Curitiba. Pedalei durante vários anos com um colega da faculdade, o Minduim. Com o tempo fui conhecendo outros esportes e a bicicleta ficou em segundo plano, pedalando esporadicamente. Mas em 2008 voltei pedalando em vários lugares, como o <a href="http://stulzer.net/blog/2008/04/27/bike-trip-pelo-parque-do-tamandua/">Parque do Tamanduá</a>, <a href="http://stulzer.net/blog/2008/07/10/bike-trip-por-campo-magro-e-regiao/">Circuítos perto de Santa Felicidade</a> e também na <a href="http://stulzer.net/blog/2008/08/04/pedalada-pela-estrada-da-faxina/">Estrada da Faxina</a>. Tô na ativa! <img src='http://stulzer.net/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><img title="Rafting em Santa Catarina" src="http://farm3.static.flickr.com/2229/1734584479_e2b6e418a6.jpg" alt="Rafting em Santa Catarina" width="354" height="266" /></p>
<p>Em 1994, despertei para o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1ra-quedismo">pára-quedismo</a>. Numa de minhas idas ao <a href="http://aurelio.net/viagem/marumbi-2001/">Marumbi</a> encontrei um cara bem pirado que só falava que iria cursar a <a href="http://www.exercito.gov.br/06OMs/Infantar/Brigada/Bdapqdt/indice.htm">brigada pára-quedista do Rio de Janeiro</a>.  Junte isso com o grande sucesso que foi o filme <a href="http://www.2001video.com.br/detalhes_produto_extra_dvd.asp?produto=6587">Caçadores de Emoção</a> (Point Break), lançado em 1991, e alguns anúncios que escutei na <a href="http://mikecwb.multiply.com/journal/item/23">extinta Estação Primeira</a>, a rádio rock de Curitiba e pronto: eu iria entrar no pára-quedismo de cabeça. Liguei para a escola (Prisma Pára-quedismo) e decidi fazer o curso.</p>
<p><img title="Saltando de pára-quedas em Ponta Grossa - PR" src="http://farm3.static.flickr.com/2063/1734570517_52c4f7b877.jpg" alt="Saltando de pára-quedas em Ponta Grossa - PR" width="340" height="255" /></p>
<p>Depois que saltei, enlouqueci! O negócio era tão bom que lembro de pensar que poderia fazer aquele esporte o resto da minha vida. Dei 5 saltos já no primeiro final de semana. Depois fui fazer <a href="http://www.studytoday.com/schools/US039/">um curso de inglês nos Estados Unidos</a> e dei mais alguns saltos por lá, em <a href="http://www.skydiveperris.com/">Perris Valley</a>, na mesma área de salto em que foi filmado o Caçadores de Emoção. Voltei e só pensava em saltar. Mas chegou um ponto em que a brincadeira começou a ficar cara. Eu, como um funcionário do Banco do Brasil não ganhava o suficiente para sanar a minha fome de saltos. Depois de um tempo resolvi parar. Eu podia dar 4 ou 5 saltos de pára-quedas por mês, mas queria mais. Fiz as contas e, para dar os 20 saltos por mês que queria ficaria muito caro. Resolvi parar para não me frustrar.</p>
<p><img title="Saltando em Boituva. Eu e o Giba" src="http://farm3.static.flickr.com/2163/1735430548_44e831efc2.jpg" alt="Saltando em Boituva. Eu e o Giba" width="340" height="255" /></p>
<p>Neste meio tempo continuei a andar de bicicleta. Pirei também. Saía todo final de semana e por todo lado. Fiz várias aventuras de 100km <a href="http://www.terraeasfalto.com.br/destinos/graciosa/">descendo e subindo a serra</a>. No final de semana andava pelo menos uns 60 a 70km em trilhas e estradas do interior.</p>
<p><img title="Caminhada ao Vulcão Villa Rica, no Chile" src="http://farm3.static.flickr.com/2331/1735421702_1742bfa0e5.jpg" alt="Caminhada ao Vulcão Villa Rica, no Chile" width="340" height="254" /></p>
<p>Continuei com o montanhismo. Fiquei um ano andando de bike e indo para a montanha. Chegou um dia que tive outro click vendo um programa na TV. Vi uma reportagem de dois ou três caras voando de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Parapente">Parapente</a>, descendo uma montanha. Aquilo ficou na minha cabeça.</p>
<p><img title="Voando de Parapente em Caiobá" src="http://farm3.static.flickr.com/2311/1735435848_5c82af8712.jpg" alt="Voando de Parapente em Caiobá" width="336" height="251" /></p>
<p>O estopim do Parapente foi uma amiga do Banco do Brasil que havia feito um vôo duplo. Ela me passou o contato do instrutor e liguei logo em seguida.</p>
<p>Lucio Flavio era o instrutor da única escola de Parapente de Curitiba, a Paranorte. Conversei com ele e no final de semana fui no morro fazer uma aula experimental. O <a href="http://oops.ghostprotocols.net:81/blog/">Arnaldo</a> foi junto comigo e ainda tenho as fotos deste dia em algum lugar nas minhas gavetas. Me amarrei na história e na semana que vem já estava inscrito para o curso. Dois meses depois eu era um piloto de Parapente!</p>
<p><img title="Decolando de Parapente em Jaraguá do Sul - SC" src="http://www.stulzer.net/parapente/images/eu/eu2.jpg" alt="Decolando de Parapente em Jaraguá do Sul - SC" width="280" height="182" /></p>
<p>Este foi um esporte em que me identifiquei muito e mais tempo me dediquei. Foram 5 anos de grandes vôos, viagens, amigos e alegrias. Também contribuí com a divulgação do esporte no Brasil. Criei uma lista de vôo-livre, a  ParapenteBR (nesta época, 1996, não existiam yahoogrupos ou outros servidores gratuitos de listas na Internet). Ela ficou hospedada nos servidores da Conectiva e hoje está no <a href="http://br.groups.yahoo.com/group/parapentebr/">yahoogrupos</a>. Isso gerou uma união nacional nunca vista antes. Da lista criei um livro, o <a href="http://www.stulzer.net/parapente/livro/">Parapente Brasil &#8211; Histórias e Aventuras do Vôo Livre</a>, e que lancei em 2002. Se quiser uma cópia, aproveite, pois daqui a pouco vai acabar e não vou imprimir mais.</p>
<p><img title="Livro Parapente Brasil" src="http://www.stulzer.net/parapente/livro/capa640x480.jpg" alt="Livro Parapente Brasil" width="244" height="351" /></p>
<p>Acabei saindo do Parapente por vários motivos: muito trabalho na Conectiva e acidentes. Meu próximo esporte acabou virando o <a href="http://capitalismo-liberdade.blogspot.com/search/label/Como%20funciona%20o%20SURF">surf</a>.</p>
<p><img title="Surfando na Merreca em Guaratuba" src="http://farm3.static.flickr.com/2107/1735565400_817da7992d.jpg" alt="Surfando na Merreca em Guaratuba" width="347" height="260" /></p>
<p>Aprendi a surfar por influência da <a href="http://stulzer.net/bel/">Bel</a>, e de meus cunhados, Gian e Dudu. Comecei em 2001 e nunca mais parei, como falei no <a href="http://stulzer.net/blog/2007/10/17/dicas-de-livros-sobre-a-arte-do-surf/">post sobre os livros de surf</a>. O surf é uma coisa zen, um esporte que não larguei. Consigo conviver com ele de forma sadia, madura, sem ter tanta sede como os outros esportes que já tinha feito até aquele momento. Hoje surfo quando vou para a praia e não tenho problemas com isso. Acho legal e não fico na fissura de surfar todo dia, a menos que esteja na praia. <img src='http://stulzer.net/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><img title="Downhill Speed no São Lourenço - Curitiba" src="http://farm3.static.flickr.com/2086/1734585187_cf86b1fa14.jpg" alt="Downhill Speed no São Lourenço - Curitiba" width="338" height="272" /></p>
<p>Neste meio tempo conheci o <a href="http://www.downhillstandup.blogger.com.br/">downhill speed</a>, de skate longboard. Acabei sendo <a href="http://stulzer.net/speed/">fisgado pelo esporte</a>. Achei muito legal pois nunca ter conseguido andar direito em um skate. Mas o speed tinha mais a ver com as minhas aptidões. Era uma coisa mais básica, matemática. Descer uma ladeira a 70 ou 80 km/hora era uma coisa muito legal, um balé preciso e sutil. Fiquei no speed por cerca de um ano. Acabei parando porque cansei de levar meus amigos para o hospital. Foram vários acidentes, desde os mais básicos, como luxações gerais até braços e pernas quebradas, chegando a cirurgias para colocar pinos em várias partes do corpo.</p>
<p><img title="Corrida de Aventura em Balsa Nova" src="http://farm1.static.flickr.com/106/311521558_e01411ad85_o.jpg" alt="Corrida de Aventura em Balsa Nova" width="200" height="301" align="left" />Em 2005 comecei a correr. Aprendi uma técnica com o Steve pavlina, que mostrava que, para você adquirir um hábito, <a href="http://www.stevepavlina.com/blog/2005/04/30-days-to-success/">precisa fazer aquilo por 30 dias seguidos</a>. Como nunca corri direito, resolvi que iria correr por 30 dias e foi isso que fiz. Hoje corro esporadicamente.</p>
<p>Em 2006 fiz a minha <a href="http://stulzer.net/blog/2006/09/03/corrida-de-aventura-para-principiantes/">primeira corrida de aventura</a>. Me amarrei também. Um esporte que junta desafio físico com um <a href="http://stulzer.net/blog/2008/04/25/selvagem-selvagem-a-historia-de-um-super-vagabundo/">forte contato com a natureza</a>. Quero fazer muito mais provas além das que <a href="http://stulzer.net/blog/2006/12/01/mais-dicas-de-corrida-de-aventura-etapa-balsa-nova/">participei até hoje</a>.</p>
<p>O esporte mais light que fiz até hoje foi o bumerangue, que já contei <a href="http://stulzer.net/blog/2007/07/29/meus-novos-bumerangues/">neste</a>, <a href="http://stulzer.net/blog/2007/05/04/meus-bumerangues/">neste</a>, e <a href="http://stulzer.net/blog/2007/04/09/jogando-bumerangues/">neste</a> post. Bem, tem as <a href="http://stulzer.net/blog/2008/05/10/como-fazer-bolhas-de-sabao-gigantes/">bolhas de sabão gigantes</a>, mas isso acho que não conta. <img src='http://stulzer.net/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Sempre gostei de coisas mais carnais, isto é, um contato mais forte com o esporte. Com o bumerangue foi diferente. Toda criança tem um fascínio por bumerangues e eu estava incluído nisso. <img title="Bumerangue ss-45 by Jerri Leu" src="http://farm1.static.flickr.com/175/484308761_9c44c65c53_m.jpg" alt="Bumerangue ss-45 by Jerri Leu" width="240" height="180" align="right" />Depois que o Aurélio me deu os toques iniciais, corri e comprei os meus. Hoje tenho mais de 14 bumerangues e o meu relacionamento com o esporte é bem parecido com o surf. Não tenho a fome de fazê-lo todos os dias, mas a minha mochila está sempre no porta-malas do carro, pronto para brincar na hora em que eu quiser, a qualquer tempo. Eu tenho uma relação com o surf e com o bumerangue parecida com a <a href="http://stulzer.net/blog/2007/10/10/minha-pilha-monstro-de-11-livros/">minha pilha monstro de livros</a>. Ela está lá e eu estou aqui. De vez em quando a gente se encontra, troca velhas histórias e se diverte muito. Na paz, sem stress.</p>
<p><img title="Carveboard no Velódromo, em Curitiba" src="http://farm3.static.flickr.com/2128/1734712127_e63e03a9fd.jpg" alt="Carveboard no Velódromo, em Curitiba" width="324" height="238" /></p>
<p>Tive até uma <a href="http://stulzer.net/blog/category/hernia">hérnia de disco</a>, mas nunca consegui descobrir se foi por causa dos esportes. E se foi acho que nunca saberei de qual foi! <img src='http://stulzer.net/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>E o que espero do futuro nos meus esportes? Putz, não sei! Mas seguindo esta linha de atuação, daqui a pouco vou achar mais alguma coisa que me interessa, vou cair de cabeça e depois de um tempo a febre inicial vai passar e vou levar ótimas lembranças deste momento da vida, curtindo ele como um bom vinho, com um gole de cada vez, sentindo o seu aroma e sorvendo a sua essência.</p>
<p><img title="Rodney, jl, eu e Gian, a caminho do Pico Paraná" src="http://farm3.static.flickr.com/2099/1735596726_aa78cd3e3a.jpg" alt="Rodney, jl, eu e Gian, a caminho do Pico Paraná" width="360" height="269" /></p>
<p>Não sei o que me move em direção aos esportes radicais, mas sei que eles são uma parte essencial da minha vida.</p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Reinhold_Messner">Reinhold Messner</a>, famoso montanhista italiano, conseguiu explicar um pouco do que sinto do contato com a natureza através dos esportes:<strong><br />
</strong></p>
<blockquote><p><em>Os dias que estes homens passam nas montanhas são os dias em que realmente vivem. Quando a mente se limpa das teias de aranha e o sangue corre com força pelas veias. Quando os cinco sentidos recobram a vitalidade e o homem, completo, se torna mais sensível; e então já pode ouvir as vozes da natureza, e ver as belezas que só estão ao alcance dos mais ousados.</em></p></blockquote>
<p>Aproveite a vida. Pratique esportes, conheça a natureza e, acima de tudo, viva em paz!</p>
<p><strong>Atualização</strong>: Veja minhas novas aventuras nos esportes no blog <a href="http://transpirando.com">transpirando.com</a>.</p>
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