O Silêncio

O Silêncio

Nasce das ondas sonoras
No vácuo do espaço infinito
No susto da bela senhora
Na fuga do velho proscrito

Cresce nos campos de grama
Nas belas praias desertas
No doce olhar de quem ama
Nas duras escolhas incertas

Vive no beco deserto
Nas estrelas brilhantes do céu
No pequeno gato desperto
Nas roupas deixadas ao léu

Morre no stress da buzina
No grito do gol bem marcado
No gemido da linda menina
No suspiro do beijo lavado

Este é um dos poucos poemas que fiz. Gostei porque é bem visual e tem uma evolução, uma vida e um final. Para ser lido imaginando-se as cenas de cada frase.

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